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Amigos dos Animais

Este blog tem o intuito de ajudar nossos leitores a entender melhor os seus animais.

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Sophie e Sarah: as duas cadelas mais conhecidas da Holanda

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As cadelas Sophie e Sarah têm oito e cinco anos, respectivamente, são inseparáveis e aproveitam o amor dos seus companheiros humanos pelas viagens para se tornarem em verdadeiras modelos profissionais – ou quase.

 

Há vários anos que as duas cadelas posam para as fotografias que Cees Bol e Hanneke van de Watering lhes “obrigam” a tirar. De acordo com os donos, Sophie é uma modelo nata – posando facilmente para qualquer câmara; enquanto Sarah tem de ser subornada para permanecer quieta.

 

“Elas são inseparáveis”, explicou ao Mail Online Cees Bol, que vive em Sibculo, na Holanda. Cees e Hanneke criaram Sophie desde pequena; quando a sua mãe teve outra ninhada, o casal adoptou também Sarah.

 

“Elas adoram-se, são amigas íntimas. Onde a Sophie está, a Sarah está. E vice-versa, fazem tudo juntas. São como gémeas”, explicou o holandês.

 

Todas as fotografias desta dupla inseparável vão parar às redes sociais, pelo que, nos últimos anos, Sophie e Sarah ganharam uma grande quantidade de admiradores anónimos. “Vivemos no campo, por isso fazemos vários passeios na floresta. Quando saímos levamo-las connosco, inclusive durante as férias, se possível”, concluiu Cees Bol, um fotógrafo amador.

 

Cees e Hanneke, aliás, conheceram-se por causa dos cães. Ele tinha um cão, ela dois. Quando Cees precisou de alguém para lhe fazer dogsitting, Hanneke acenou. O romance veio naturalmente.

O Pepe no ginásio

O Pepe não é muito de ir ao ginásio... mas com as mensalidades gratuitas, faz bem em ir algumas vezes ao ginásio. Um senhor gato com quase 12 anos e com muita genica.    

 

Recordo que esse ginásio foi o Tico que ganhou no passatempo do Jumbo Pet Club e tem feito imenso jeito cá por casa. E o execício faz sempre bem a saúde. Não é mesmo?

Ah, velhos são os trapos.

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Dica da semana - Como introduzir um novo “PET” em casa

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Quando os donos levam um novo amiguinho para casa, algo muito comum em épocas como, o Natal, em que são frequentes as campanhas de adoção de animais e a oferta de um novo amigo a um membro da família, às vezes, nem tudo sai como planeado. Alguns animais simplesmente não se dão bem com outros, mas existem vários cuidados a tomar que podem tornar esta mudança mais fácil.


Desde o início, o dono deve-se certificar que o animal é saudável e que não se corre o risco de levar uma doença infecto-contagiosa para casa e, possivelmente, contaminar os outros amiguinhos. Não só doenças, mas também pulgas, carraças e parasitas em geral devem ser tratados antes de se introduzir o novo animal em casa.


O dono deve tentar manter a liderança do animal mais antigo, ou seja, fazer tudo para ele em primeiro lugar, como alimentar, cumprimentar, colocar a coleira, escovar, dar banho, administrar as medicações, etc.

 

Para evitar desacatos, já que os animais de estimação podem ser muito possessivos com a sua comida, deve-se alimentar o “pet” mais recente numa taça diferente e num local separado, pelo menos nos primeiros dias.


Para os dar a conhecer, inicialmente esfrega-se um pano limpo nos bigodes do novato e deixa-se o gato mais antigo cheirar. Em seguida, faz-se o oposto e vai-se repetindo.

 

O objetivo é fazer uma troca de cheiros entre ambos, como se a apresentação fosse feita aos poucos. Só se deve colocar os dois gatos no mesmo ambiente a partir do momento que eles não “bufem” um para o outro.


Cães e gatos também se adaptam na mesma casa. A aproximação deve ser gradual e é necessário ter muito cuidado para que eles não se magoem, já que o cão pode morder o gato e o gato pode arranhar gravemente o cão. Os primeiros dias podem ser difíceis, mas geralmente os “pets” acabam por se dar bem ou, no mínimo, por conviver em harmonia.

 

Mulher adota animais em situação de abandono

Na contramão do comércio de animais domésticos, Andréa Santos, de 55 anos, adota cães em condição de abandono e maus-tratos há cerca de oito anos. Atualmente com dois cães, Scooby e Mel, a moradora do bairro do Bessa, em João Pessoa, prefere acolher a comprar.

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Em quase uma década, a dona de casa conta que já adotou oito cachorros, alguns já idosos, outros doentes. Para ela, apesar do desafio, a maior recompensa é ter o carinho retribuído à medida que vão ficando saudáveis.

 

“Adoto por amor. Dá trabalho, mas vale a pena ver o amor que eles dão de volta. Muitas vezes eles nos entendem mais que outras pessoas, nos dão atenção.

Crio cães há muitos anos e nunca precisei recorrer à compra porque tem muitos animais abandonados a precisar de um lar”, relatou.

 

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