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Amigos dos Animais

Este blog tem o intuito de ajudar nossos leitores a entender melhor os seus animais.

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Doenças renais em gatos: causas, sintomas e tratamento

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 As doenças renais são extremamente comuns em gatos e podem causar sérios danos. Para entendermos melhor essas enfermidades, vamos esclarecer qual é o papel desses órgãos: a principal função dos rins é a eliminação de substâncias tóxicas através da urina. Além disso, também são responsáveis por uma série de processos que garantem o equilíbrio do organismo.

 

Para diminuir as chances de evolução das doenças renais, é ideal um diagnóstico precoce e um tratamento correto. Por isso, o blog "Amigos dos Animais" dedica este artigo a todas as pessoas que buscam saber mais sobre o assunto, de forma a melhorar a qualidade de vida de seus bichanos.

 

1. Nefrite

Caracterizada por alterações inflamatórias renais, podendo ser crônica ou aguda, a nefrite surge subitamente e diminui ou elimina a capacidade de filtração dos rins.

 

Falta de apetite, vômito, excesso ou falta de urina e apatia são os principais sinais clínicos.

A nefrite é diagnosticada através de exames de sangue e urina e o tratamento é realizado através de medicamentos que visam eliminar a inflamação.

 

2. Insuficiência renal crônica

A insuficiência renal é uma doença que pode levar o paciente ao óbito. Ela causa o mau funcionamento do rim, de forma que os resíduos tóxicos não sejam normalmente excretados do corpo.

 

O animal passa a beber mais água, na tentativa de eliminá-los, e os sinais clínicos são vômito, diarreia, letargia, perda de peso, fraqueza, úlceras gastrointestinais e, até mesmo, pressão alta. Em última instância, a hipertensão pode levar à perda da visão.

 

O diagnóstico é feito através de exames de sangue e urina e o tratamento conta com administração de fluidos, dieta e medicamentos adequados. Em casos de insuficiência renal, é necessária a realização de hemodiálise ou de transplante de rim.

 

3. Tumores renais

O linfoma é o tipo de tumor renal mais comum em gatos e costuma apresentar uma rápida evolução.

Os principais sinais clínicos relatados incluem inapetência, vômito, letargia e perda de peso.

Os exames feitos para diagnosticar podem ser ultrassonografia, radiografia, hemograma, exame de urina e biópsia da massa tumoral. Nos casos de linfoma, o tratamento mais utilizado é a quimioterapia.

 

4. Doença obstrutiva do trato urinário

Também chamada de Urolitíase, essa doença é caracterizada pelo aparecimento de cálculos no trato urinário. Essas pedras frequentemente obstruem a uretra dos machos e causam inflamações nas fêmeas.

 

Os principais sinais clínicos incluem sangue na urina (hematúria); eliminação de urina muitas vezes, em pequenas quantidades (polaquiúria); dificuldade para urinar (disúria); e/ou ausência da produção de urina por determinados períodos (anúria).

 

O diagnóstico é baseado em exames clínicos, laboratoriais e radiográficos e o tratamento emergencial costuma ser realizado através do uso de cateteres ou de intervenção cirúrgica, com a função de desobstruir o trato urinário. Em casos menos sérios, as pedras podem ser destruídas através de dietas e medicamentos específicos.

 

Confira um quadro geral de sintomas que podem indicar a presença de uma doença renal

Ainda que as doenças renais acometam com maior frequência gatos idosos, também podem se desenvolver em felinos mais jovens. Então, a grande dica é ficar sempre de olho em seu animal e observar sinais como:

    • diminuição do apetite;
    • aparecimento de aftas;
    • abdômen sensível;
    • queda de pelo;
    • vômitos ou engasgos frequentes;
    • aumento, diminuição da quantidade de urina e/ou do número de vezes;
    • urina esbranquiçada ou alaranjada;
    • sonolência constante;
    • diarreia;
    • presença de sangue na urina;
    • mau hálito;
    • depressão, letargia e apatia.

 

Idade e alimentação podem predispor seu felino a desenvolver uma doença renal.

Os grandes fatores de risco que podem aumentar as chances de o seu gato desenvolver alguma doença renal incluem:

 

1. idade  gatos mais velhos estão mais propensos a desenvolver doenças que afetam os rins;

 

2. raça  algumas raças felinas, como o Burmês, o Siamês Abissínio e o Maine Coon, possuem maior tendência para desenvolver enfermidades renais;

 

3. alimentação  dietas que possuem muita proteína ou uma grande quantidade de fósforo também colaboram para a evolução de doenças nos rins;

 

4. lesões  até mesmo medicamentos e outras substâncias químicas podem causar lesões nos rins de seu animal.

 

Como prevenir as doenças renais em gatos

    • sempre deixe água limpa, filtrada e fresca para seu gatinho;
    • não dê restos de comida a ele;
    • evite dar guloseimas;
    • pergunte ao veterinário a melhor dieta para o seu felino;
    • fique atento às mudanças de comportamento;
    • em caso de suspeita de doença renal, leve seu animal ao veterinário imediatamente.

 

Lembre-se de que nossos pets devem ser levados ao profissional periodicamente, de forma que estejam sempre com a saúde em dia.

 

 

Os segredos da Catnip

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 O que é, afinal, essa plantinha que deixa os gatos fascinados?


 

Bom, ela é mesmo só uma plantinha, uma erva da família da hortelã, chamada Nepeta cataria, ou catnip, ou erva-dos-gatos. Ela não é viciante, não faz mal nem para gatos nem pessoas. Ela só tem um cheiro que os gatos simplesmente adoram.

 


A reação dos gatos

 

Cerca de 75% dos gatos reagem à catnip, os outros são imunes – e isso é hereditário. As reações mais comuns são rolar, arranhar, morder, miar, babar e lamber a planta, tudo para tentar tirar mais cheiro ainda. Alguns peludos mais empolgados podem até comer a erva ou correr pela casa, mas, acredite, é tudo alegria. É como se você tivesse a ganhar um perfume realmente maravilhoso e entrasse em um estado de êxtase.

 

A química da coisa

 


Simplificando, a catnip é como se fosse um ferôrmonio que deixa os gatos muito alegres. Complicando com um pouco de ciência, a erva tem um composto chamado nepetalactona que entra pelo nariz dos peludos, ativa o bulbo olfatório e manda sinais para várias outras partes do cérebro, incluindo a amígdala e o hipotálamo, responsáveis pelas emoções e nossas reações a elas. É basicamente isso aqui:

 


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Os benefícios


 

A catnip deixa os gatos alegres, ajuda-os a liberar a tensão, relaxar e se sentir bem. Além disso, pode ser usada para atrair o gato para os brinquedos e arranhadores dele em vez do seu sofá, para turbinar aquele ratinho de feltro que já perdeu a graça ou como complemento de quebra-cabeças.

 

Como dar para seu miau

 

O jeito mais fácil é comprar saquinhos de catnip desidratada na pet shop e espalhar no chão, num tapete, numa caixa de papelão, etc. O ideal é fazer isso uma vez por semana, já que os gatos podem se acostumar e se tornar imunes ao cheiro se forem expostos demais, crie um “Dia do Catnip” e veja o gato fazer a festa. Você também pode cultivar catnip num vaso pesado que o gato não derrube.

 

Curiosidades

 

Nossos gatinhos não são os únicos "tolinhos" por catnip, os tigres, leopardos e linces têm a mesma reação, mas os leões reagem com menor frequência.

 

As borboletas também reagem a catnip, mas a erva serve como repelente para mosquitos e moscas.

 

A catnip é usada pelos humanos para fazer chá, fumar ou temperar alimentos. Ela funciona como um calmante e acredita-se que ela tenha efeito de cura.

 

Gatos que não reagem à catnip podem reagir de maneira semelhante à madeira de uma planta chamada madressilva-tartárica, ou Lonicera tatarica.

 


 




Pet do Mês - Março - Canário

O blog "Amigos dos Animais" tem uma novidade.


Todos os meses vai ser eleito o Pet do Mês aqui no blog.


Por isso para este mês de Março o primeiro Pet eleito é....


 


Canário


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De temperamento calmo convivem bem com outras aves.
Os Canários vivem muito bem em qualquer ambiente, e em qualquer clima, dando-se melhor em climas temperados.
Podem ser criados numa sala de estar, numa gaiola simples, ou mesmo ao ar livre.


 


Família: Fringillidae
Origem: Açores, Canárias e Madeira
Tamanho médio: Alt: 13-14 cm
Expectativa de Vida: 14-15 anos


 


Temperamento: Os Canários têm um ótimo convívio com outras aves e também dividem muito bem o espaço entre si, sem agressões. O único senão é não se misturarem com outras espécies de tentilhões, uma vez que podem cruzar e as crias serem estéreis. Os Canários, geralmente, gostam muito de tomar banho, razão pela qual é preciso prender uma tina de banho à gaiola.


 


Cuidados a ter: Os Canários são animais granívoros, isto é, as sementes são a base da sua dieta, mas também podem comer alimentos à base de ovos ou frutas. Convém deixar disponível também arenito, que é importante para as necessidades digestivas do Canário.


 


Alojamento: Deve estar num local iluminado, com uma boa circulação de ar mas é necessário evitar a corrente de ar direta e mudanças bruscas de temperatura, especialmente na altura de mudança das penas. O tamanho ideal para um casal será entre 35 e 40 centímetros de comprimento e 30 centímetros de altura e de profundidade. As aves têm preferência por um ninho aberto, que pode ser construído com uma grande variedade de materiais, entre os quais, uma corda de sisal desfiada.


 


Características inatas: De forma geral, os Canários são calmos mas algumas aves podem ser mais agitadas. Mesmo os Canários mais agitados dão-se muito bem com os criadores, podendo ter uma relação até bastante próxima, sem nunca serem tão domesticados como um periquito ou um papagaio, por exemplo.


 


Saúde: Os sintomas de cerca de trinta doenças diferentes são mais ou menos os mesmos, tornando-se, assim, difícil a sua definição. O pássaro perde vivacidade, fica muito quieto, como que inchado, com as penas abertas e os olhos sem brilho. Também uma gordura ou magreza excessivas, o abdómen muito encolhido ou distendido, as penas do pescoço sujas ou as narinas a supurar são sintomas certos de doença. Um pássaro doente assenta sempre nas duas pernas quando dorme, enquanto um pássaro saudável apenas dorme sobre uma.


 

Primavera - Nova estação, Novos cuidados

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Com a chegada da primavera, os donos de “pets” devem tomar alguns cuidados com o “grooming” dos seus animais de companhia, cuidados esses que devem ser prolongados até ao final do verão. As estações do ano não implicam por si só o corte do pelo, que se torna, manifestamente, uma cultura mais estética e higiénica.


 


Isto porque a própria natureza encarrega-se de promover biologicamente o equilíbrio de calor no animal, através, nos que a isso obriga, de uma mudança de manto consoante a temperatura.

Contudo, os cuidados com o pelo dos animais são importantes em qualquer altura do ano, sendo que os “pets” vão requerer atenções diferentes consoante o tipo de pelagem. O shampoo deverá ser bem retirado para não deixar resíduos na pele. É muito importante que fique muito bem seco.



Quanto aos gatos,  não precisam de banho – basta escovar para retirar o pelo velho e alguma sujidade, podendo depois usar-se produtos próprios de limpeza a seco.

Durante a primavera, a escovagem é, de facto, importante porque a muda é mais agressiva, já que se irá soltar o manto de inverno. É, também, nessa altura que aparecem alguns parasitas menos desejáveis, de forma que a escovagem ajuda a identificar esses problemas.

As unhas são um elemento particular a ter em atenção, já que tem que se saber identificar onde acaba o sabugo para não ferir o animal. Esta condição varia de animal para animal e pode ser facilitada pela cor das unhas.
O ângulo de corte deverá ser a 45 graus e deve ser usado um alicate específico para o efeito.

A limpeza dos ouvidos deve ser feita com regularidade.
Se o animal tiver, naturalmente, pelos no interior do canal auditivo, estes deverão ser removidos para melhorar o arejamento, diminuir odores e ajudar na expulsão de sujidade. “Não se deve introduzir nenhum tipo de objetos dentro do ouvido do animal.


 


Apenas limpar com algodão, embebido numa solução específica, o pavilhão exterior e usar produto de limpeza auricular no ouvido, que irá desagregar a sujidade agarrada
e será expelida com o sacudir da cabeça”.

Além destes simples cuidados, que permitem manter o bem-estar e saúde do seu “pet” durante a nova estação, existem outras medidas às quais deve tomar atenção, tais como certificar-se que a vacinação dos animais está em dia, aplicar remédio contra pulgas e carraças (que se proliferam rapidamente no calor) e passear apenas em horários com temperaturas amenas.

Assim, o seu amiguinho de quatro patas poderá aproveitar, da melhor forma, estes dias mais longos e solarengos.


 


 

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