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Amigos dos Animais

Este blog tem o intuito de ajudar os nossos leitores a entender melhor os seus animais.

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Chip nos Animais de Estimação

O vosso animal tem chip? O que pensam sobre a colocação de chips nos animais de estimação?


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O MicroChip permite a fácil e rápida Identificação Eletrónica em Animais de Estimação.


Independentemente do seu animal de estimação ser a sua companhia ele deve ser permanentemente identificado através de um microchip.


 


O que é um Microchip?


Um microchip é um dispositivo que permite a identificação do seu animal de estimação, em variadissimos casos.


Do tamanho de um bago de arroz, o Micro Chip deve ser introduzido, usando agulha própria esterilizada, debaixo da pele do seu animal no lado esquerdo da base do pescoço.
Pode ser aplicado em cães, gatos, animais exóticos e roedores.


O microchip deve ser unicamente aplicado por um Médico Veterinário.
A aplicação de microchip é obrigatória para todos os animais nascidos após 1 de Julho de 2008, de acordo com o Decreto-Lei n° 313/2003, de 17 de Dezembro. Até então apenas era obrigatória a sua aplicação no grupo de animais considerados potencialmente perigosos.



Quais as vantagens do Microchip?


Aquando da aplicação do microchip pelo seu Médico Veterinário, é preenchido um formulário completo incluindo os seus dados pessoais


 


Nome completo,
morada,
contactos telefónicos
e-mail


dados do seu animal


Nome,
LOP,
raça,
sexo,
data de nascimento


bem como os dados do seu Veterinário.


 


Essa ficha vai ser registada numa das duas entidades existentes em Portugal:


(SIRA) No caso da base de dados do Sindicato dos Médicos Veterinários ( SIRA), aquando do desaparecimento de um animal, é efectuada uma comunicação ao Sindicato dos Médicos Veterinários que emite uma circular com o nº do chip e os dados do animal desaparecido a todas as clinicas veterinárias.



(SICAFE) Foi criado pelo Estado o Sistema de Identificação de Caninos e Felinos (SICAFE), que estabelece as exigências em matéria de identificação electrónica de cães e gatos, enquanto animais de companhia, e o seu registo numa base de dados nacional.



Todas as entidades Veterinárias têm um leitor de Microchip, permitindo detectar e identificar um animal desconhecido.
Vantagens em ter Microchip:


Prevenir e combater o abandono de animais
Controlar a detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos, controlando dessa forma a criação de animais por criadores não registados.
(os animais pertencentes a este grupo, obedecem a regras mais restrictas – consulte-nos para mais informação)
Permite encontrar e identificar o seu animal de estimação em caso de perda, fuga ou acidente.

Parabéns, Kika - 1 ano

A Kika a gatinha da nossa querida amiga IsabelJaiminho, fez aniversário, completou seu 1º ano de vida, vejam o bolo que bonito. É bom comemorar os aniversários dos nossos animais é sinal que estão conosco.


Parabéns, Kika, muitos anos de vida na companhia dos teus donos e dos teus amigos,


Laurinha e Jaiminho.


 


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Bulldogs em risco devido a alterações genéticas artificiais

 


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Um trabalho académico desenvolvido na Universidade da Califórnia concluiu que existe uma falta de diversidade na raça bulldog, devido às alterações genéticas feitas ao longo do tempo.


O bulldog inglês tem uma diversidade genética muito baixa devido à "pequena quantidade de população fundadora" e às "alterações genéticas artificiais". O resultado surge num estudo publicado, esta semana, na revista "Canina genética e Epidemiológica", desenvolvido por três investigadores de medicina veterinária, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos da América.


 


Esta falta de genes representa um enorme desafio para os criadores da raça, que esperam reintroduzir, de forma natural, traços genéticos mais saudáveis na população, uma prática chamada reprodução inversa. "Vai ser difícil, ou praticamente impossível, voltarmos atrás", disse Niels Pedersen, um dos autores do artigo, à "National Geographic".


 


Esta falta de diversidade deve-se à combinação entre o reduzido número de animais fundadores da raça e às alterações genéticas provocadas. Os cientistas acreditam que os bulldogs modernos resultam de uma população fundadora de apenas 68 animais. Com o passar do tempo, a raça foi perdendo ainda mais diversidade. Para terem os rostos pequenos, o corpo atarracado e a pele enrugada passaram a ser escolhidos de forma seletiva.


 


Os bulldogs ingleses apresentam, cada vez mais, problemas de respiração, pele e muitos deles não podem acasalar de forma natural ou dar à luz. Se os problemas de dificuldade respiratória começarem cedo, é improvável que vivam mais do que cinco anos.

5 Curiosidades sobre Animais

E como hoje é sexta é dia das 5 curiosidades sobre animais, desejo um Bom fim de semana a todos os membros, leitores e visitantes. Divirtam-se!


Participem também, é só deixar um comentário a dizer qual animal gostaria de ver nas curiosidades e será publicado na próxima sexta.


 


1- O período de gestação de um tubarão fêmea pode atingir os 2 anos.


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2- Koalas nunca bebem água, eles apenas absorvem o líquido presente nas folhas de eucalipto.


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3- O avestruz possui o olho maior do que seu próprio cérebro.


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4- Estrelas-do-mar não têm cérebros.


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5- Elefantes são os únicos animais que não conseguem pular.


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Gata desaparecida

Desapareceu perto do Parque da Cidade.
Vamos ajudar a Bianca a voltar para casa?
Partilhem, pf!
https://www.encontra-me.org/anuncio/60718


 


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Doenças de pele – Dermatite, Tinha e Sarna

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As doenças de pele nos cães estão por detrás de muitas eutanásias ou abandonos. O cão com uma doença de pele deixa de ter uma pelagem atraente, o que causa muitas vezes repulsa por parte dos donos. Os tratamentos de doenças de pele exigem efectivamente uma grande compromisso por parte do dono, dedicação que é na maioria das vezes recompensada. Se acompanhadas desde o início, a maior parte das doenças de pele conseguem ser travadas.


 


Dermatite Atópica


Existem vários tipos de dermatite, causadas pelas mais variadas razões, desde alergia a alimentos, picadas de pulgas, etc. Contudo é a Dermatite Atópica que mais afecta os cães.


A atopia é uma reacção alérgica a causas ambientais, tais como o pólen, produtos de limpeza, coleiras anti-parasitas, plástico dos recipientes de comida, etc. É bastante incómoda para os cães, uma vez que estes sentem bastante comichão, tecnicamente apelidada de prurido. As áreas mais afectadas são a zona do focinho, olhos e queixo, os pés, a base do dorso e coxas.


 


A Dermatite Atópica não tem cura, sendo que o cão irá sempre desenvolver uma reacção quando exposto ao agente causador da irritação da pele. Contudo, pode ser tratada de forma a garantir ao animal uma vida com qualidade, diminuindo os sintomas até ao ponto de serem imperceptíveis.


 


Existem dois tipos de dermatite atópica: a seca e a húmida, sendo a última mais perigosa. A dermatite seca provoca a queda de pêlo e a vermelhidão da pele. A dermatite húmida é uma infecção com pus onde a carne está exposta. É resultado da acção contínua do cão que lambe e coça a região. Os cães com subpêlo estão mais propensos à formação de dermatites húmidas.


 


Banhos frequentes, anti-histamínicos ou corticóides são as medidas mais utilizadas. Descobrir qual a causa da dermatite não é fácil, mas é necessário reduzir esse estímulo. Cada caso é específico e deve ser o veterinário a determinar qual a forma de acção mais eficaz.


 


Tinha


A Tinha, ou dermafitose, é uma doença curável, mas é altamente transmissível entre animais e pode mesmo ser passada aos humanos, sobretudo às crianças. A Tinha é causada por um fungo que provoca a queda de pêlo e vermelhidão numa região circular da pele, com geralmente 2 cm de diâmetro. Frequentemente acompanhada de prurido, afecta sobretudo as extremidades: o focinho, as orelhas, a cauda e as patas.


 


A maior parte dos animais consegue combater naturalmente o fungo, mas se o cão se encontrar num estado de saúde mais frágil pode ser infectado mais facilmente. Geralmente a má-nutrição, enfraquecimento do sistema imunitário ou contacto com outros animais infectados potencia a transmissão.


 


O tratamento da tinha tem geralmente bons resultados, mas a doença leva no mínimo três semanas a desaparecer. Nesse tempo o animal deve permanecer em quarentena. Banhos frequentes, tosquia do pêlo, medicamentos antifúngicos são as formas de combate mais comuns, mas o tratamento adequado deve ser prescrito pelo médico veterinário.


Todos os animais com quem o cão conviveu devem ser testados, pois muitas vezes podem estar contaminados e não apresentarem sintomas da doença.


 


Sarna


Existem vários tipos de Sarna, sendo os maus comuns: a sarcóptica e a demodéctica. A sarna manifesta-se sobre a forma de borbulhas, regiões vermelhas ou perda localizada de pêlo. O tratamento da sarna passa por banhos regulares e a aplicação de produtos específicos, alguns bastante agressivos, por isso confie apenas no veterinário na escolha dos produtos a utilizar. Em algumas ocasiões é necessário tosquiar o pêlo para aumentar a eficácia do tratamento.


 


Sarna Sarcóptica


A sarna sarcóptica é uma doença transmissível ao homem e deve ser tratada assim que possível. Apesar de a sarna no homem ser de fácil tratamento, esta doença causa tanto nos seres humanos como nos animais um prurido intenso. Pode ser curada.


 


Sarna Demodécica


Este tipo de sarna não é transmissível aos seres humanos. É transmitida de mães para filhos na altura do aleitamento, ou entre cães. Começa por isso a manifestar-se na zona do focinho e propaga-se depois pelo resto do corpo. Causada pelo Demodex, animal microscópico que se aloja junto aos folículos, não tem cura, mas pode ser controlada. Se não for tratada pode levar à morte, devido a infecções secundárias. Ao contrário da sarna sarcóptica, regra geral não causa prurido.

Viver com um Coelho Anão

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Os primeiros sinais de habituação do coelho à nova casa são:


Mostrar apetite – comer ou beber;
Iniciar a sua própria higiene – lamber o pêlo.
Quando o coelho evidenciar estes comportamento, significa que o coelho já pode ser retirado da gaiola para explorar o resto da casa.


 


Pegar no coelho


Antes de pegar no coelho, ganhe a confiança dele, fazendo-lhe festas e dando comida. Quando o animal se habituar a ser manuseado, poderá deslocá-lo ao colo.


Para pegar num coelho deve usar as duas mãos. Primeiro, deslize a mão pelo peito do animal, sem agarrar as patas, deixando-as livremente.


Ao pegar no coelho, mantenha a cabeça do animal sempre mais elevada do que a parte traseira. Nunca pegue no coelho pelas orelhas.


 


Saídas regulares


Os coelhos devem poder passear livremente pelo menos duas vezes por dia durante um período mínimo de 30 minutos.  Nas primeiras saídas, deve estar preparado para alguns estragos: fezes fora do sítio, por exemplo. Lembre-se de preparar a divisão antes de soltar o coelho, cobrindo os fios eléctricos e retirando os objectos de valor que se podem partir ou que não podem ser roídos da divisão.


 


Muitas pessoas optam por deixar os coelhos brincar na varanda, onde estes podem andar livremente. Para isso deve ter em atenção:


Pavimento e grades – o pavimento não deve ser escorregadio nem frio, forre-o com um material adequado. Esteira de arroz talvez seja o mais recomendado. Se a sua varanda for aberta cubra as grades para que o coelho não consiga passar entre elas. Qualquer muro com menos de um metro pode ser transposto pelo coelho.



Condições climatéricas – Tanto o sol como a chuva são prejudicais para o coelho. Não deixe o coelho brincar na varanda quando não há sombra ou quando o tempo está frio e húmido.


 


Higiene


Tal como nos gatos, os coelhos podem ser ensinados a fazer as necessidades num local específico. Apesar de gostarem de passar tempo na “caixa de areia” os coelhos podem necessitar de mais do que uma caso lhes seja dada a oportunidade de andar por várias divisões. Um truque é colocar feno na caixa de areia, tornando-a mais atractiva aos olhos do coelho.

Frase da Semana

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Gato se torna guia para outro gato cego

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Um abrigo no Canadá se tornou cenário de uma linda história de amizade e companheirismo: um gato cego encontrou um grande amigo felino, que se transformou em seu guia.

O gato Ray foi deixado na ONG Kingston Humane Society quando tinha apenas seis meses. Por causa de uma grave infecção nos olhos e um defeito congênito, ele perdeu a visão.

Sabendo que precisavam fazer algo para salvar a vida de Ray, os funcionários da ONG decidiram apresenta-lo a outro gato com idade parecida para que se tornassem amigos.

Newton também foi resgatado das ruas. Ambos foram morar em um lar temporário e Newton se tornou um guia para Ray automaticamente.

Após ter passado pelas cirurgias necessárias, Newton foi disponibilizado para adoção no dia 10 de março, aos 9 meses de vida. Mas a ONG exigiu que os dois gatos fossem adotados juntos.

E no dia 25 de março essa história teve um final feliz, Newton e Ray foram morar em um novo lar.

Como você vê o seu Cão

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